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Construcao Civil
24 de novembro de 2024Fortes Controladoria

CNAE de construção civil no MEI: quais atividades são permitidas

CNAE de construção civil no MEI: quais atividades são permitidas

O MEI pode exer­cer ati­vi­da­des de cons­tru­ção ci­vil, mas só as que cons­tam da lis­ta de ocu­pa­ções per­mi­ti­das — e obra de cons­tru­ção de edi­fí­ci­os não está en­tre elas. Na prá­ti­ca, o que cabe no MEI são ser­vi­ços es­pe­ci­a­li­za­dos: pe­drei­ro, pin­tor, ele­tri­cis­ta, en­ca­na­dor, ges­sei­ro, azu­le­jis­ta, en­tre ou­tros. A lis­ta é re­vis­ta pe­ri­o­di­ca­men­te pelo Co­mi­tê Ges­tor do Sim­ples Na­ci­o­nal, en­tão vale con­fe­rir a ver­são vi­gen­te an­tes de re­gis­trar ou al­te­rar a ati­vi­da­de.

O que todo MEI pre­ci­sa sa­ber

O Mi­cro­em­pre­en­de­dor In­di­vi­du­al é o for­ma­to mais aces­sí­vel de for­ma­li­za­ção no Bra­sil, com cus­tos men­sais fi­xos e obri­ga­ções sim­pli­fi­ca­das. Mas essa sim­pli­ci­da­de não sig­ni­fi­ca que er­ros se­jam ino­fen­si­vos — pelo con­trá­rio, mui­tos MEIs per­dem be­ne­fí­ci­os ou pa­gam mul­tas des­ne­ces­sá­ri­as por fal­ta de ori­en­ta­ção.

Em São José do Rio Pre­to, onde mui­tos pro­fis­si­o­nais da cons­tru­ção ci­vil atu­am como MEI — pe­drei­ros, pin­to­res, ele­tri­cis­tas —, co­nhe­cer as re­gras é ain­da mais im­por­tan­te, pois o fa­tu­ra­men­to pode fa­cil­men­te ul­tra­pas­sar os li­mi­tes do en­qua­dra­men­to.

Pon­tos de aten­ção es­pe­cí­fi­cos

Fa­tu­ra­men­to anu­al li­mi­ta­do a R$ 81 mil — ex­ces­so de até 20% (até R$ 97,2 mil) de­sen­qua­dra a par­tir de 1º de ja­nei­ro do ano se­guin­te; ex­ces­so aci­ma de 20% re­tro­a­ge a 1º de ja­nei­ro do ano em que ocor­reu

Ape­nas um fun­ci­o­ná­rio per­mi­ti­do, com sa­lá­rio mí­ni­mo ou piso da ca­te­go­ria

De­cla­ra­ção anu­al DASN-SI­MEI obri­ga­tó­ria até 31 de maio

DAS men­sal deve ser pago mes­mo sem fa­tu­ra­men­to no mês

Quan­do o MEI dei­xa de ser a me­lhor op­ção

Se o fa­tu­ra­men­to está pró­xi­mo do li­mi­te, se há ne­ces­si­da­de de mais fun­ci­o­ná­ri­os ou se a ati­vi­da­de exi­ge nota fis­cal com va­lo­res al­tos, mi­grar para ME (Mi­cro­em­pre­sa) pode ser mais van­ta­jo­so. Sair do MEI para ME sem­pre au­men­ta a car­ga: o MEI paga um va­lor fixo men­sal, en­quan­to a ME no Sim­ples Na­ci­o­nal paga um per­cen­tu­al so­bre o fa­tu­ra­men­to, que na pri­mei­ra fai­xa já é de 4% no co­mér­cio (Ane­xo I) e 6% em boa par­te dos ser­vi­ços (Ane­xo III), so­ma­do a ho­no­rá­rio con­tá­bil e ao INSS so­bre o pró-la­bo­re. O que a mi­gra­ção traz não é eco­no­mia, é es­pa­ço para cres­cer: mais de um fun­ci­o­ná­rio, fa­tu­ra­men­to mai­or, ati­vi­da­des que o MEI não acei­ta. Se com­pen­sa ou não de­pen­de do fa­tu­ra­men­to, da ati­vi­da­de e da fo­lha, e só apa­re­ce fa­zen­do a con­ta do caso con­cre­to.

A tran­si­ção do MEI para ME não é au­to­má­ti­ca — en­vol­ve co­mu­ni­ca­ção de de­sen­qua­dra­men­to do SI­MEI, al­te­ra­ção no ca­das­tro, de­fi­ni­ção do re­gi­me tri­bu­tá­rio e no­vas obri­ga­ções aces­só­ri­as. Pla­ne­jar a mu­dan­ça com an­te­ce­dên­cia re­duz o ris­co de in­ter­rup­ção nas ati­vi­da­des.

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Fale com a gen­te

A For­tes Con­tro­la­do­ria aten­de em­pre­sas e pro­fis­si­o­nais da cons­tru­ção ci­vil em São José do Rio Pre­to e re­gi­ão, do MEI à cons­tru­to­ra. O que se apli­ca a cada caso de­pen­de do en­qua­dra­men­to, da ati­vi­da­de e dos nú­me­ros da em­pre­sa.

O que vale para uma em­pre­sa não vale para a vi­zi­nha, e o de­ta­lhe que de­ci­de cos­tu­ma es­tar no con­tra­to, na ati­vi­da­de ou no en­qua­dra­men­to. An­tes de se­guir, pro­cu­re um pro­fis­si­o­nal que pos­sa olhar isso com os seus nú­me­ros na mão. Se você quer en­ten­der como isso se apli­ca ao seu caso es­pe­cí­fi­co, en­tre em con­ta­to pelo (17) 3203-2536 ou pelo nos­so What­sApp. A pri­mei­ra con­ver­sa é sem com­pro­mis­so.

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